Olá Psicóloga Imaginária, tudo bom? Eu espero que sim, porque comigo não tá nada bem! Eis que segue aqui, logo abaixo, a explicação d'eu ficar tão puta com tanta frequência! Não! Não! Claro que não tem nada a ver com as outras pessoas! E quando foi que tinha a ver com as outras pessoas??? Quando que é culpa do outro, não é mesmo? A culpa é de quem? Da filha da puta aqui!!
Mas eu explico! Ah! Se eu explico!
Observe você, pois, minha Psicóloga Imaginária que tenho eu dentro de mim grande capacidade de decisão, sei bem eu o que quero e como quero, mas por alguma razão que não posso compreender, quando se trata de pessoas que significam alguma coisa para mim, emocionalmente falando, é claro, não consigo ser firme em minhas decisões. Basta uma carinha triste, palavras de desestimulo, uma crítica mais leve, ou mais pesada talvez e eu desisto! Eu desisto! Desisto do que quero, desisto do que concordo, desisto do que vou fazer! E aí, bem... aí eu fico puta pra caralho! O que tem ocorrido com certa frequência nos últimos... ahn... 25 anos?
Seguem exemplos que ilustram com clareza isso:
Situação 1: Minha mãe carente.
Ás 7:10....
- Natálie, já tá acordada?
- Tô, a menina me disse só ontem a noite que não iria a aula e que também não prepararia nada para levar. Então acordei hoje mais cedo para preparar a aula das crianças.
- Ahn... vê se você vê ai o negócio do cartão, porque eles mandaram a fatura hoje cobrando.
- Mãe, agora não dá. Tenho de terminar isso.
- Faz quando você voltar então.
- Quando eu voltar não vai dar. Tem o aniversário da Maria, vou chegar aqui em casa em cima da hora de ir pra lá. Amanhã eu vejo isso.
Pisei em casa, chegando da aula...
- Natálie, ah! É! Já falei com você o negócio do cartão, né?
- É já falou! Vou ver isso amanhã.
- É Natálie, mas você tem de ver isso mesmo, porque eles vieram cobrando.
- É o prazo do cancelamento era até ontem. Mas amanhã eu vejo isso, se eles não cancelarem segunda vou na defesa do consumidor e abrimos um processo.
- É, então acho que vou pagar isso e depois vemos!
- Não! Não paga! Vamos na defesa do consumidor! Se você pagar, vai estar concordando com eles! Vai ser mais difícil cancelar e/ou receber qualquer indenização depois.
- Tá! Tá bom!
Enquanto me arrumo (apressadamente)...
- Natálie! Esses gatos estão imundos! Vê se dá um banho neles!
- Mãe, eu estou a-t-r-a-s-a-d-a! Amanhã eu faço isso!
- Ué, dá um banho neles! Quando você terminar você vai!
- Mãe, são 11:20, eu prometi que chegaria às 12:00, levo pelo menos 1 hora e 30 minutos para chegar lá. Não vai dar tempooooooooo!!!!!
- Então quando você chegar de lá você dá banho neles!
-Mãe, eu não sei que horas vou chegar de lá. E mesmo que eu chegue cedo, vou estar cansada. Acordei super cedo ontem, andei o dia todo, dormi 5 horas só hoje. Amanhã eu faço isso! Pombas!!
Assim que pisei em casa de volta do aniversário...
- Natálie, olha que legal isso aqui na globo news!
- Pera aí Pai, minha mãe tá chamando...
-Natálie, a Andréia que chega na quarta, escreveu um e-mail...
- Mãe, eu quero ir ao banheiro... espera só um minuto.
Descarga....
- Então a Andréia, mandou um e-mail perguntando se precisa trazer roupa de cama, e eu vou pedir para ela trazer... porque eu não aguento mais passar roupa.
- Tudo bem, sem problemas.
- Natálie, vê aqui, porque eu não consigo achar o mapa, quando que ela tem de pagar quando chegar.
(Pensamento: Puta que Pariu! Lá se foi meu banho!)
- Tá!
- Porque eu tô procurando aqui, mas não to encontrando.
- Tá, me deixa sentar aí para ver.
(ainda sentada)
- Mas me diz aqui, porque ela pagou só metade! Esse valor aí tá errado, blá,blá,blá
(nesse momento eu parei de ouvir e só repetia)
- Tá, deixa eu sentar aí para ver isso!
Eu sabia que não queria/podia/deveria resolver nada na hora que ela me solicitou. Eu sabia que só conseguiria resolver aquilo amanhã, domingo. Mas porque ela é minha mãe eu fico tentando administrar as minhas necessidades e as solicitações dela. É claro que não dá certo! Termino eu sendo grossa com ela e ela ficando triste e eu irritada.
Porque não consigo me manter firme no que acredito e simplesmente dizer: " Você pode fazer todas as solicitações do mundo. Eu só vou resolver amanhã." e simplesmente não bater mais boca ou ouvir qualquer coisa me deixa TÃO PUTA comigo mesma! Tanto! Tanto! Tanto!
Situação 2: O término do relacionamento.
Eu não queria conversar, já tava falando pelo MSN porque sei que escrevendo me expresso bilhonéis de vezes melhor que falando, mas ele insistia em telefonar. 1, 2, 3 vezes. "Você é uma egoísta!". Mais uma vez. "Você é uma egoísta, porque prefere falar no MSN eu tenho de te ouvir, mas porque eu quero falar no telefone você não atende! E sabe que é melhor pra mim falar no telefone! Você é uma egoísta! Você só está pensando em você!"
Eu sabia que não deveria atender. Eu sabia e queria terminar aquela conversa ali, assim, só desligando o pc. Mas eu atendi. E ele me xingou.
E eu tô muito puta com isso!
Não com ele, mas comigo. Muito puta e decepcionada comigo que não fui firme naquilo que eu sentia. Porque ele disse que eu estava sendo injusta com ele - quando no meu coração eu achava que era um direito meu não querer atender porque tinha a sensação de que terminaria mal - eu deixei ele ser injusto comigo.
Sim. A minha mãe é uma mulher insistentemente irritante e, sim, ele é um grosso. Mas esse texto não é sobre eles. É sobre mim. E na verdade, só quem eu estou sendo agora é quem importa.
Cara Psicóloga Imaginária,
Eu não gosto de não ser firme no que acho que é certo. Sempre fica parecendo que eu sou volúvel e indecisa quando eu não sou. Mas eu tampouco consigo deixar o coração de lado nessas horas e fazer o que eu sei que é certo, no sentido de ser melhor para mim, para minha auto-preservação.
Mas talvez eu devesse deixar o coração de lado nessas situações e fazer o que é certo, no sentido de ser melhor para minha auto-preservação.
30 junho 2012
Psicologia na caixola!
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar.
E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."
(Clarice Lispector)
24 junho 2012
Uma avaliação honesta e um compromisso de melhora
Uma avaliação honesta e um compromisso de melhora.
- Oi Vozinha.
- Olá, meu bem, tudo bom?
- Tudo bem. Vozinha, a professora do curso que eu faço lá na Casa de Adriana pediu que fizéssemos uma avaliação escrita sobre o nosso comportamento e víssemos no que gostaríamos de melhorar, para que em dezembro possamos reler o que foi escrito e ver se cumprimos com o que nos propusemos.
- Sim. Ouvi falar a respeito.
- Então, Vozinha, estou precisando de uma ajuda. O que você acha de: tratarmos o próximo como a nós mesmos? Você acha que eu faço isso?
- O que você acha?
- Eu acho que não. Me parece impossível.
- Por que te parece impossível?
- Como agir com o outro exatamente como ajo comigo mesma? Seria um trabalho de vigilância muito desgastante. Como mensurar e controlar cada uma das minhas atitudes de forma que estejam todas de acordo?
- Como fazê-lo?
- Eu não sei. Imagino que haja um meio mais fácil e simples de cumprir esse ensinamento do evangelho, mas... como...
- Como poderia ser feito?
- Ouvindo você!!!
- Sim! Também, mas a forma mais simples e fácil de tratar o outro como a nós mesmos é enxergando o outro como um de nós. Se vemos o outro como alguém que encontra-se no mesmo nível que nos encontramos, tratamo-os como iguais.
- Sim, compreendo. Eu consigo fazer isso melhor quando é alguém que eu penso ser pior que eu. Tento olhar e não só ver os defeitos, mas alguma qualidade que a pessoa tem. Aí ela deixa de ser uma sacola cheia de defeitos que deve ser afastada e passa a ser alguém como eu, com defeitos e virtudes. Mas quando se trata de alguém que penso ser melhor que eu, imediatamente sinto-me subjugada, diminuída, menosprezada e me afasto.
- Meu amor, você acha mesmo que alguém que fosse "melhor"que você te subjugaria, diminuiria ou menosprezaria? Uma pessoa que tenta diminuir seu semelhante é uma pessoa que se encontra em estado de ilusão e precisa de (1) orações para que se esclareça e (2) ser ouvida, pois também faz parte da caridade ouvir as ofensas sem retribuí-las com mais ofensas. Porém, não devemos toma-las como verdades. Ofensas são a oportunidade que Deus nos deu de praticar a paciência e o amor.
- Entendo. Ai Jesus, como vou fazer isso?
- Meu anjo, da mesma maneira que você faz com as pessoas que você anteriormente via como "piores". Veja-os como iguais. E lembre-se que alguém que tenta diminuir seu próximo está iludido com uma realidade que não é a de Deus. Deus nos fez iguais e não deu a ninguém o direito de maltratar, menosprezar ou diminuir alguém. Nem mesmo a você. Não podemos diminuir a nosso irmão, nem tão pouco a nós mesmos. Quando diminuímos a nós mesmo, diminuímos a uma criação de Deus, aos olhos dele é o mesmo que diminuir a um irmão.
- Entendo. O que você pensa de quando ajudamos alguém, que a nossa mão esquerda não saiba o que a direita faz?
- O que você acha?
- Eu acho que a melhor coisa do mundo é fazer algo por alguém que nunca vai descobrir quem fez isso.
Mas eu tenho uma dúvida: eu gosto muito de fazer as coisas para as pessoas, fazê-las se sentirem amparadas, acolhidas, felizes. E sempre que faço algo fico rezando para que a pessoa goste e fico muito feliz quando faço algo de coração para alguém e a pessoa gosta. É vaidade?
- O que você acha? O que é vaidade?
- Acho que vaidade é quando você diz para poder contar para outras pessoas o que você fez, e eu na verdade só quero saber se a pessoa gostou. Mas acho que não deveria pensar nisso. Acho que deveria focar que foi feito de coração e com boas intenções e a alegria que senti fazendo é meu grande pagamento e que se o que fiz a pessoa não gostou, fiz com boas intenções e terei a oportunidade de fazer melhor.
- Então?
- Acho que minha mão direita vê minha mão esquerda sorrindo, mas não deveria vê-la chorando caso alguém não goste do que fiz.
- Muito bem!
- Novo tópico! Dispensamos igual tratamento para todas as pessoas?
- Conclusões...
- Acho que é a mesma coisa do primeiro tópico, se vemos o outro como um igual, trataremos da mesma maneira.
- Muito bem! Muito Bem! Agora os compromissos de melhora!
- Ai Jesus!
- O que você acha que pode fazer para melhorar?
- Esses dias eu tenho acreditado mais em mim, naquilo que sinto e escutado mais o que você me diz.
Com relação ao tópico 1 - Tratar os outros como a nós mesmos.
Acho que quem me diminui e aumenta sou eu mesma. Para não me diminuir, vou lembrar que se fizer isso comigo estou fazendo com uma criatura de Deus, então é o mesmo que fazer isso com o porteiro, por exemplo. E que eu sou um ser humano como outro qualquer, com defeitos e virtudes. E para não me aumentar, vou lembrar que é sempre entre eu e Deus e que ele tá vendo! hehehe Se tenho defeitos também, como posso apontar o do outro, né?
Com relação ao tópico 2 - Quando ajudamos alguém que a nossa mão esquerda não saiba o que a direita faz.
Cada vez que eu começar a ficar triste porque acho que alguém não gostou do que fiz e ficou triste, vou pensar na alegria que tive fazendo o agrado e nas boas intenções que tive e mando isso em pensamento para a pessoa!
Com relação ao tópico 3- Dispensamos igual tratamento a todas as pessoas.
Vou tentar não esperar que as pessoas me tratem como as trato, mas também não vou deixar de tratá-las bem só porque me trataram mal. Aquela máxima popular: "minha educação depende da sua", bem a minha não depende da dos outros não! hehe
-Vozinha, já que estamos aqui nesse momento sublime.. deixa eu te perguntar uma coisa. Eu sei que é bobo, mas.... eu deveria adicionar o Gustavo no facebook? Eu sinceramente não sei se não o adiciono por orgulho ou porque não acho que seja o melhor mesmo...
- O que você sente?
- Sinto que quero que ele me adicione. Não quero "correr atrás", mas é mais para não me ter tão disponível e cometer os mesmo erros que cometi antes sabe?
- Então...
- Vou rezar... se for útil para mim, tenho certeza que Deus vai encontrar uma maneira disso acontecer!
- Amem!
- Oi Vozinha.
- Olá, meu bem, tudo bom?
- Tudo bem. Vozinha, a professora do curso que eu faço lá na Casa de Adriana pediu que fizéssemos uma avaliação escrita sobre o nosso comportamento e víssemos no que gostaríamos de melhorar, para que em dezembro possamos reler o que foi escrito e ver se cumprimos com o que nos propusemos.
- Sim. Ouvi falar a respeito.
- Então, Vozinha, estou precisando de uma ajuda. O que você acha de: tratarmos o próximo como a nós mesmos? Você acha que eu faço isso?
- O que você acha?
- Eu acho que não. Me parece impossível.
- Por que te parece impossível?
- Como agir com o outro exatamente como ajo comigo mesma? Seria um trabalho de vigilância muito desgastante. Como mensurar e controlar cada uma das minhas atitudes de forma que estejam todas de acordo?
- Como fazê-lo?
- Eu não sei. Imagino que haja um meio mais fácil e simples de cumprir esse ensinamento do evangelho, mas... como...
- Como poderia ser feito?
- Ouvindo você!!!
- Sim! Também, mas a forma mais simples e fácil de tratar o outro como a nós mesmos é enxergando o outro como um de nós. Se vemos o outro como alguém que encontra-se no mesmo nível que nos encontramos, tratamo-os como iguais.
- Sim, compreendo. Eu consigo fazer isso melhor quando é alguém que eu penso ser pior que eu. Tento olhar e não só ver os defeitos, mas alguma qualidade que a pessoa tem. Aí ela deixa de ser uma sacola cheia de defeitos que deve ser afastada e passa a ser alguém como eu, com defeitos e virtudes. Mas quando se trata de alguém que penso ser melhor que eu, imediatamente sinto-me subjugada, diminuída, menosprezada e me afasto.
- Meu amor, você acha mesmo que alguém que fosse "melhor"que você te subjugaria, diminuiria ou menosprezaria? Uma pessoa que tenta diminuir seu semelhante é uma pessoa que se encontra em estado de ilusão e precisa de (1) orações para que se esclareça e (2) ser ouvida, pois também faz parte da caridade ouvir as ofensas sem retribuí-las com mais ofensas. Porém, não devemos toma-las como verdades. Ofensas são a oportunidade que Deus nos deu de praticar a paciência e o amor.
- Entendo. Ai Jesus, como vou fazer isso?
- Meu anjo, da mesma maneira que você faz com as pessoas que você anteriormente via como "piores". Veja-os como iguais. E lembre-se que alguém que tenta diminuir seu próximo está iludido com uma realidade que não é a de Deus. Deus nos fez iguais e não deu a ninguém o direito de maltratar, menosprezar ou diminuir alguém. Nem mesmo a você. Não podemos diminuir a nosso irmão, nem tão pouco a nós mesmos. Quando diminuímos a nós mesmo, diminuímos a uma criação de Deus, aos olhos dele é o mesmo que diminuir a um irmão.
- Entendo. O que você pensa de quando ajudamos alguém, que a nossa mão esquerda não saiba o que a direita faz?
- O que você acha?
- Eu acho que a melhor coisa do mundo é fazer algo por alguém que nunca vai descobrir quem fez isso.
Mas eu tenho uma dúvida: eu gosto muito de fazer as coisas para as pessoas, fazê-las se sentirem amparadas, acolhidas, felizes. E sempre que faço algo fico rezando para que a pessoa goste e fico muito feliz quando faço algo de coração para alguém e a pessoa gosta. É vaidade?
- O que você acha? O que é vaidade?
- Acho que vaidade é quando você diz para poder contar para outras pessoas o que você fez, e eu na verdade só quero saber se a pessoa gostou. Mas acho que não deveria pensar nisso. Acho que deveria focar que foi feito de coração e com boas intenções e a alegria que senti fazendo é meu grande pagamento e que se o que fiz a pessoa não gostou, fiz com boas intenções e terei a oportunidade de fazer melhor.
- Então?
- Acho que minha mão direita vê minha mão esquerda sorrindo, mas não deveria vê-la chorando caso alguém não goste do que fiz.
- Muito bem!
- Novo tópico! Dispensamos igual tratamento para todas as pessoas?
- Conclusões...
- Acho que é a mesma coisa do primeiro tópico, se vemos o outro como um igual, trataremos da mesma maneira.
- Muito bem! Muito Bem! Agora os compromissos de melhora!
- Ai Jesus!
- O que você acha que pode fazer para melhorar?
- Esses dias eu tenho acreditado mais em mim, naquilo que sinto e escutado mais o que você me diz.
Com relação ao tópico 1 - Tratar os outros como a nós mesmos.
Acho que quem me diminui e aumenta sou eu mesma. Para não me diminuir, vou lembrar que se fizer isso comigo estou fazendo com uma criatura de Deus, então é o mesmo que fazer isso com o porteiro, por exemplo. E que eu sou um ser humano como outro qualquer, com defeitos e virtudes. E para não me aumentar, vou lembrar que é sempre entre eu e Deus e que ele tá vendo! hehehe Se tenho defeitos também, como posso apontar o do outro, né?
Com relação ao tópico 2 - Quando ajudamos alguém que a nossa mão esquerda não saiba o que a direita faz.
Cada vez que eu começar a ficar triste porque acho que alguém não gostou do que fiz e ficou triste, vou pensar na alegria que tive fazendo o agrado e nas boas intenções que tive e mando isso em pensamento para a pessoa!
Com relação ao tópico 3- Dispensamos igual tratamento a todas as pessoas.
Vou tentar não esperar que as pessoas me tratem como as trato, mas também não vou deixar de tratá-las bem só porque me trataram mal. Aquela máxima popular: "minha educação depende da sua", bem a minha não depende da dos outros não! hehe
-Vozinha, já que estamos aqui nesse momento sublime.. deixa eu te perguntar uma coisa. Eu sei que é bobo, mas.... eu deveria adicionar o Gustavo no facebook? Eu sinceramente não sei se não o adiciono por orgulho ou porque não acho que seja o melhor mesmo...
- O que você sente?
- Sinto que quero que ele me adicione. Não quero "correr atrás", mas é mais para não me ter tão disponível e cometer os mesmo erros que cometi antes sabe?
- Então...
- Vou rezar... se for útil para mim, tenho certeza que Deus vai encontrar uma maneira disso acontecer!
- Amem!
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar.
E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."
(Clarice Lispector)
15 junho 2012
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Era psicóloga, voluntariava no TAMAR e tinha um bico como camareira num hotel nos fins de semana.
Sempre achei estranha sua escolha profissional, mas o que se pode dizer?
Nessa sexta, enquanto lavávamos a louça:
- ... mas por quê?
- porque a sujeira está no caráter.
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar.
E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."
(Clarice Lispector)
02 junho 2012
Arts
Last time I checked (2005) I liked arts and the way people though in arts, but now i like to understand behavior and how its related to people. I like to understand how people act... how I act.
But I miss art. I miss doing little beautiful things, and I feel that if I don't make it as a profession I don't make it at all.
I like cultures too. To see different languages and values.
How to mix people, art and culture?
But I miss art. I miss doing little beautiful things, and I feel that if I don't make it as a profession I don't make it at all.
I like cultures too. To see different languages and values.
How to mix people, art and culture?
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar.
E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."
(Clarice Lispector)
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