E lendo Clarisse descubro que o que quero, o que realmente quero, é algo que já sabia, algo que já quis uma vez e julguei inalcançável e deixei de querer.
Que se dane os cursos, que se dane o mundo e sua forma de viver. E parafraseando O Rappa: eu não me pareço com você! Eh!
Hoje dou um intervalo na vida para trabalhar. Quero um trabalho que me complete o viver. E quando à casa retornar criar. Não tenho tempo de criar. Dou intervalos ao viver para estar com os meus também. É, é possível que eu entenda por vida algo diferente da maioria. E quem é a maioria?
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