Não queria sentir o que sentiu, novamente.
O coração despedaçando-se em mil, as pernas ruindo enquanto descia ao encontro do chão.
Não queria sentir o que sentiu, novamente. Evitou o máximo que pode. Fugiu. Escondeu-se... mas no final sentiu o que sentira, novamente.
Descobriu que não há remédio, não há como se proteger.
Que respire e tenha coragem então de, antes de sentir o que não quer sentir, novamente, sentir o que quer sentir, novamente. E quando o coração despedaçar-se, as pernas ruírem e o chão encontrar, lembrar-se de que de qualquer maneira alí estaria. Mas, contudo e porém desta vez, sentiu o quer queria sentir. Novamente.
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