02 outubro 2010
I want to marvel at something.
Eu o amava. Ponto.
Não importa se tudo que foi vivido era mentira, porque foi real para mim.
O que não consigo entender é: como? Como alguém que eu amei tanto pode ter sido tão leviano, cruel e frio comigo? Comigo! Eu que o amava tanto.
Essa pergunta me assombrou por sete meses, três dias e trinta e três minutos. Até que encontrei 2 caminhos:
1) Como? Como eu pude ter sido tão leviana, cruel e fria com alguém que me amou tanto?
2) Você o amava? Ele te deixou? Deseje amor e luz tadas as vezes que pensar nele e esqueça-o. Não vai durar para sempre.
Alguém que é tão leviano, cruel e frio não tem dimensão do mal que causa. E, pelo que chamo de "Lei Inegável da Reciprocidade Universal", um dia ele estará em seu lugar como hoje você está no lugar dele.
E o perdão, bem como o esquecimento, vem com a prática e o tempo.
"God dwells within you...as you."
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania; depende de quando e como você me vê passar.
E se me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar."
(Clarice Lispector)
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