Hoje descendo a Grajaú quis pegar o vento, levar um pouquinho dele pra casa comigo, mas a cada vez que fechava a mão no intuito de capturá-lo ele se esquivava passando pelo meu punho cerrado. Foi aí que percebi que a única forma de levá-lo comigo era deixando que passasse por entre os dedos. Suave e fresco.
Talvez seja assim, só sentindo mesmo para conseguir pegar o invisível.
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