28 dezembro 2010

Cartas para Rafael: A Primeira Noite Desde Que Você Regressou.

Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 2010.

A Primeira Noite Desde Que Você Regressou.

Eu estava sentada na espreguiçadeira, enrrolada em um cobertor naquela noite fria catarinense.

Sob A valsa D'Amelie, Mondo Bongo, e embebecida da voz de Norah você chegou, e me tirou para dançar.

Eu já estava completa. Feliz. E, uma surpresa agradável: me sentia plenamente segura em seus braços. Seu toque magro, carinhoso. Envolvente.

Do lado direito você cheirava meu cabelo e pude senti sua respiração no meu pescoço. Sua mão tocava minha nuca e seu polegar acariciava levemente minha orelha.

A meia luz, nós bailavamos, logo eu que não sabia dançar. Mas isso não importa. Você sabe como me levar.

Uma música e outra e outra.

O toque que tanto esperei: suave, cheio de amor.

Eu sinto você dentro de mim. Você é parte de mim.

Meu coração se encheu mais uma vez. Transbordou. Mas desta vez você estava lá para recolher cada gota de amor que caía e me devolver.

Eu não queria mais nada. Tudo é tão bom que quero curtir cada segundo de millimetro quadrado percorrido pelos teus dedos.

Os anjos cantam e você está aqui. E desta vez todo para mim!

E não há espaço para surpresas. Só há espaço para você.

E assim a noite prossegue. E eu sou acolhida por sua proteção não dita. Pelo seu toque eloquente. Pelo seu amor.

E você está aqui. Todo para mim.

E estou tão completa. Tão feliz.

Depois de tantos anos. Depois de um acaso. Depois de tanta gente passar e eu continuar pensando em você.

Sou completamente sua, cada pedacinho. E você é meu. Você é meu!

23 dezembro 2010

Uma rotina de paz.

Namastê:

I honor the place in you in which the entire universe dwells
I honor that place in you which is of love, of truth, of linght, and of peace
When you are in that place in you, and I am in that place in me, we are one.

Eu honro o local em você em que o Universo inteiro reside

Eu honro o lugar em você que é de Amor, de Integridade, de Sabedoria e de Paz.
Quando você está neste lugar em você, e eu estou neste lugar em mim, nós somos um.




Se eu pudesse desejar uma rotina, penso que seria assim:

Gosto do dia. Não gosto da noite.

Gostaria de poder acordar bem cedo de manhã por volta das 6:00. Levantar com calma, escovar os dentes, lavar o rosto, ler meu pergaminho. Depois sair, ir a praia fazer meus exercicios do taichi e da yoga. Retornar, preparar um café com frutas e mel. Tomar banho, me arrumar e ir para o trabalho e faculdade.

O trabalho e a faculdade seriam prazerosos, e a cada nova informação eu me sentiria reenergizada, cada descoberta me instigaria mais, cada obstáculo, me traria mais vontade. O conhecimento me lambuzaria, e meus olhos ficariam vidrados. Fascinados com toda aquela beleza. Brilhantes.

Gostaria que tudo terminasse por volta das 18:00 da noite. Regressar ao lar. Tomar um bom banho. Jantar uma salada , nos dias frios uma sopa. Ler um pouco. Ouvir música. E umas 21:00 ir dormir.

Os finais de semana teriam as manhãs de exercícios na praia. O almoço seria em famíla ou com amigos. Depois um cinema , um passeio ecológico, ou turístico.

Os domingos seriam dedicados a organização. Tanto estrutural, como espiritual.

Assim seria minha rotina. Assim eu estaria em paz.

22 dezembro 2010

FEIO!!!

21 dezembro 2010

Oração pela paz no trabalho.



Deus,

Eu não quero ter de trabalhar com ninguém atrás de mim. Nem quero ter de levantar de 2 em 2 minutos porque alguém entrou, sentou-se e não percebe o quão invasivo isto é.

Por favor, Meu Pai, já é muito cansativo - para ser inteiramente honesta esgota todas as minhas energias -, ir e voltar todos os dias com todo esse trânsito, barulho e calor.

Eu quero chegar no trabalho e me sentir bem, e a cada coisa que fizer sentir-me motivada; ter a energia recarregada. Não quero mais sentir como hoje, como se estivesse indo para minha sessão diária de agonia, irritação e esgotamento.

Me ajude por favor a encontrar paz e alegria. Ou melhor, me dê paz e alegria no meu trabalho. As minhas energias estão um pouco baixas demais e creio que se gastá-las procurando, mesmo que junto com o Senhor, o que quero vou chegar no final tão exaurida que não terei forças nem para ter paz e alegria.

Esperarei sua graça o menos ansiosa que conseguir.

Desde já grata,


Nany.

18 dezembro 2010

Um ensaio sobre a compulsão padronizadora escravista.




Eu estou compulsiva. Tudo que eu faço, faço muito. Se fumo, fumo muito. Se começo a beber, só paro quando estou completamente alterada ou o dia já raiou, o que vier primeiro. E isso me assusta.

Estava tentando entender como funciona esse mecanismo da compulsão para ver se consigo de alguma maneira, diferente do auto controle extremo, resolver este problema. Na verdade o que ocorre é que estabeleço padrões. Crio verdades e assumo que estas são incontestáveis. Como por exemplo: Quando as pessoas jovens saem para se divertir elas bebem. E como eu não aprecio o sabor do álcool, devo apreciar a segunda etapa da bebedeira. A embriaguês. Logo, bebo muito, de preferência com o estômago vazio para que fique bêbada mais rápido e o gosto ruim do alcool passe e eu possa beber mais e ficar mais bêbada e me divertir mais.

Não sei bem quando e como essa verdade absoluta se instalou na minha mente. Mas sei que, de alguma maneira, a todo instante reafirmo e a calcifico. Por mais que eu saiba, veja e viva melhor trancada no meu quarto escrevendo nos sábados a noite. Basta sair com pessoas jovens que a máxima "Quando as pessoas jovens saem para se divertir elas bebem" não me deixa curtir enquanto não assumo a postura padrão.

Mas por que isso? Em que ponto tornei essa, uma verdade incontrestável? Que há grande influência da mídia e das pessoas para reforçar esse tipo de pensamente, já é sabido. No entanto, sinto que a força que mantém este pensamente claro e ativo vem de dentro de mim.

O que questiono é essa tendência a estabelecer padrões e formas - muitas vezes ilógicos - e me dedicar, doar, obrigar e buscar com todas as forças cumpri-las. Como quando decidi que deveria ser uma pessoa perfeita. Inteligente. Séria. Acertiva. Culta. Justa. Bondosa. Divertida. Correta. Íntegra.
Decidi que jamais poderia ser vista como uma pirainha de classe média, estúpida, mal intencionada, falsa ou interesseira.
Criei o ser humano perfeito. Decidi como ela deveria agir e pensar. E busquei em cada uma das minhas atitudes tornar-me ela.

Em que ponto criei esse hábito? O que aconteceu para que eu estabelecesse essa linha de raciocínio? Que tenho uma personalidade que colabora para esse padrão já sei. Mas entendam que o problema, não é beber, fumar ou tentar ser um ser humano melhor. O problema são os padrões. A obrigatoriedade de segui-los. É como se eu tivesse desenhado uma forma, e depois todas as vezes que me deparo com a situação já não fosse mais dotada da capacidade de pensar. Há percepção e ação, sem reflexão. Simplesmente sigo a receitinha do bolo. Coloco na forma e as atitudes já são programadas. E continuo agindo da maneira esperada. Mesmo quando não é o que quero. Mesmo quando não me sinto mais feliz com aquilo. Mesmo quando estou me prejuducando. Não paro. Continuo fazendo, e fazendo e fazendo.

Como posso mudar isso?

A resposta óbvia seria: Estabelecer novos padrões. Mas os antigos padrões estão muito interiorizados, na verdade parecem parte de um mesmo corpo, mas não como braço e tronco, mas sim como células cancerosas e sangue.

Engraçado é que há 4 anos atrás eu acreditava que não era ninguém. Hoje, não sei mais se considero essa hipótese possível - sempre somos alguém. Podemos não ter a menor consciência de quem somos efetivamente, porém sempre somos alguém -, e descobri que sou alguém sim. Só que sou alguém que não me agrada. E preciso pegar todos as formas que não servem mais, jogar fora e resomeçar. All over again.

Estou com medo de apenas estabelecer novos padrões a serem seguidos e cair no mesmo erro de antes. Mas aí eu lembro de um curso que fiz e nele me disseram que o medo vem da ignorância. Quando a gente aprende mais sobre aquilo que nos amedronta o medo diminui.

Preciso de conhecimento. Alguem se habilita?

16 dezembro 2010

PORRA!!


Hoje foi um daqueles dias que começam errados.

Primeiro acordei atrasada. 5 minutos para ser mais exata.
Geralmente separo de 6 a 10 minutos para me vestir, mas como hoje era um dia que tudo sairia errado, as duas únicas blusas brancas que se encaixam com uma calça saruel cinza que eu tenho não estavam na minha gaveta - e acreditem: É sim possível ter uma armário com mais de 15 blusas brancas e só duas ficarem bem com a saruel cinza. Elas são mais curtinhas que as outras, um pouco mais justas e com detalhe em V e outra com um decote quadrado com costura prata que não fazem com que eu fique gorda. Essa saruel é do tipo estilosa mesmo. O meio dela vem na minha canela -, com isso perdi uns 15 ou 17 minutos me vestindo. E porque na noite anterior eu fui comprar os presentes de natal e cheguei tarde e fiquei com preguiça de cozinhar, tive de preparar meu almoço em 2 minutos e sair correndo para pegar o ônibus. Afinal, já eram 8:00 da manhã, e às 8:00 já era para eu estar no portão indo para o ponto de ônibus.

As 8:05, mais uma vez atrasada, sai. Mas hoje é aquele dia que nada sai certo, então, chegando no ponto, vi que tinha esquecido meus óculos. Óculos esses que eu uso para trabalhar. Para não ficar apertando a vista durante as 8 horas que passo na frente do computador. Comecei a ficar nervosa. Irritada. Porra por que nada está dando certo?
Tentei me tranquilizar, lembrando de um curso que fiz no qual me disseram que sofrer por antecedência é, no mínimo, sofrer 2 vezes. E, tentando economizar sofrimento, tentei abstrair e pensar em outra coisa. Só que eu sou neurótica, e por mais que eu tente, o sofrimento ia e voltava na minha cabeça. E a todo momento eu tinha de repetir que estava sofrendo com antecedência e que isso era um disperdício, principalmente quando eu podia sofrer apenas uma vez durante 8 horas. Por que fazer delas 10, não é mesmo?

O ônibus chegou. Feliz e contente - o máximo que eu conseguia enquanto tentava me controlar - entrei. Encontei um lugar. Apertado, com um homem espaçoso do lado, mas ainda sim um lugar. E 20 minutos depois, num ponto de ônibus da praia entrou um velhinho. Desses tipo vovô bondoso que eu gostaria de ser neta. Pensei com minha cabeça neurótica e precavida: "Que bom que não sentei nos lugares amarelos. Eu detestaria ter de levantar depois de ter encontrado um lugar."

Já faz um tempo que abdiquei do direito de sentar nos lugares amarelinhos enquanto as pessoas que têm preferência não estão. Afinal de contas um dia elas chegam, e sempre rola aquele olhar de "ei, aí é meu lugar. VAZA!", ou então, mesmo quando não tem olhar, eu sempre fico pensando que a idade pesa, que ele deve estar mais cansado que eu, que quando era jovem essa pessoa dava o lugar para as outras esperando que quando ela envelhecesse dessem para ela também, por mais que saiba que naquela época os lugares amarelinhos provavelmente nem existiam, que eu sou uma pessoa horrível por estar ignorando a necessidade, ou pior, o direito alheio, que mesme eu fingindo que estou dormindo Deus está vendo. E por não aguentar tamanha pressão levanto. Puta! Mas levanto. Então, como forma de evitar sofrimentos, torturas e culpas futuras, simplesmente não sento mais no lugar amarelinho. Só que hoje isso foi em vão.

O velhinho passou por todos. TODOS os lugares amarelinhos e chegou ao final do ônibus. Advinha perto de quem? De mim. E ninguém - N-I-N-G-U-É-M - cedeu o lugar para ele. Nenhuma das mulheres sadias, fortes e não suficientemente obesas que justificaria a permanência delas alí. Nenhum dos cavalheiros não mancos, que estavam nos acentos do lado. Nem mesmo o homenzarão espaçoso que tomava o meu espaço. Então quem levantou? Eu, é claro. Mas não foi à toa. Eu tinha esperanças que ele soltasse logo e eu pudesse voltar ao meu lugarzinho apertado com o homem espaçoso do lado. Mas hoje é aquele dia que tudo dá errado. E entre muitos "Claro que não Sr. não se incomode! ou Que isso! Revezar pra quê? O sr. pode ficar aí. Não preocupe não está tudo bem! "Descobri que ele ia descer no mesmo ponto que eu. Merda!

E se não bastasse, o cara que estava em pé atrás de mim era do tipo espaçoso dono do corredor. Sabe esse tipo de gente que acha que tem o direito de andar com os braços folgados a uma distância considerável do banco que ele se segura só porque, sei lá, ele é homem e do tipo espaçoso. Bem, era essa teoria ou o filho da puta estava se roçando em mim. E isso eu não ia tolerar!

Felizmente depois de 40 minutos, 5 lugares vagos, - um deles ocupado pelo rapaz do lado que tinha um tipo militar que havia me dado sérias esperanças de imaginar que ao menos nas forças armadas o cavalheirismo ainda existia. Me frustrei, é claro - consegui me sentar novamente. E foi bem no meio de um "Sr. obrigada, eu vou..." "Vai minha filha senta rápido se não outro pega o seu lugar". Porra eu tava calma. Tipo, eu me fudi, cedi meu lugar pro velhinho bondoso, ninguém reconheceu, mas ainda há alguma dignidade em mim. Foi tudo por água abaixo. Peguei a mochila que o Sr. tinha feito a gentileza de segurar para mim, e num movimento mais rápido e agressivo que o calculado me sentei. Do lado de quem? Do fdp-espaçoso-dono-do-corredor-taradão!

A viagem foi uma merda. Pior que qualquer dia. Mas como tudo nem sempre está perdido. No caminho de volta, depois de sobreviver ao motorista da kombi aprendiz de Ayrton Senna mal caráter. Decidi que era hora de dar um tempo nesse dia bosta e parar de correr riscos. Desci na praia para tomar uma água de coco e fumar um cigarro.



Terminei conhecendo 2 gringos autríacos (evidência visual acima). Pratiquei bastante meu inglês. Talvez passeie com eles no final de semana e se tudo der certo vou conhecer uns pontos turísticos, dançar funk e beber umas cervejas. Afinal, a quinta-feira foi de merda, mas até agora nada impede da sexta ser melhor. Além do fato de já serem 00:38 e de eu ter de acordar amnhã às 6:00 para ir pro Tai Chi. Tai Chi este que não posso faltar, já que o exame de faixa é no domingo. E depois ir trabalhar e chegar em casa correndo e trocar de poupa pra sair com os gringos autríacos e acordar cedo no sábado pra fazer depilação... Ai porra!

Boa noite pra vocês!

15 dezembro 2010

Ascentendêcia em capricórnio?




Fiz meu mapa astral essa segunda-feira última, dia 13 de dezembro de 2010.

Me disseram que eu pensava d+, o que não foi nenhuma novidade. Mas que eu deveria escrever a respeito foi.

Na verdade 3 coisas me incomodaram, - mas incomodarar no sentido de fazer pensar mais ainda, durante aquela hora que passamos juntas, eu e a astróloga.

1- Eu deveria escrever, e possivelmente fazer disso uma profissão.
2- Tenho uma espiritualidade grande, prestes a aflorar.

O ano que vem vai ser de reestruturação. Nada que eu não soubesse já.. na verdade o mapa veio pra dar uma certeza de tudo.

Surpresa mesmo só de descobrir que eu devia escrever mais....
Então, pondo em prática o que me foi dito, estou escrevendo.

Na verdade fiquei pensando "escrever sobre o quê?"

E o que mais vinha na minha cabeça era a Feijão dizendo: "Para escrever são necessárias 2 coisas: Ter o que dizer. E ter coragem de dizê-lo".

Então decidi escrever sobre tudo e sobre nada. Sentimentos. Pensamentos. Impressões. E o mais novo de todos... As histórias engraçadas - ou ao menos é o que a Dani diz - que eu conto.

Então para estrear essa nova fase vai um dos contos prediletos do Neyzinho:

"Quando eu era criança meu Pai dizia que só podiamos comprar coisas com 'C'. Comida. Colégio. E carros. Papai revendia carros, por isso que o carro entra na lista.
Dai quando queriamos, eu e meu irmão, alguma coisa, como roupas para sair papai dizia 'Roupa é com R nós só podemos comprar coisas com C' daí eu contestava, 'Mas eu quero uma camiseta, camiseta é com C, camiseta pode. E ele 'É camiseta é com C. Camiseta pode.' E até hoje de brincadeira quando queremos algo que ele não considera necessário e não começa com C ele diz, mas isso não começa com C, então não pode!"

Ah essa é boa também:

"Em fevereiro desse ano fui fazer uma entrevista para meu atual emprego. Meus chefes não são lá muito ortodoxos, então durante a entrevista, minha atual chefe, Julieta, me perguntou qual era meu ascendente para que o Júlio, o outro sócio da empresa que não estava presente então, pudesse traçar um melhor perfil da minha personalidade.

Depois, quando cheguei em casa fui contar pros meus pais da entrevista e o que tinham me perguntado. E quando falei
- Ah daí ela me perguntou qual era meu ascendente..
- Ué, sou eu!
- Não pai...

E levei uns 40 minutos pra explicar."

02 dezembro 2010

Para você, Pimentel.




Eu entendo que missão dada seja missão cumprida. Mas Por Deus, são tanques nas ruas, tantos tiros que parecem fogos, Polícia Militar, Polícia Civíl, Batalhão de operações especiais, exército, Marinha, Aeronautica.

É guerra! Tem cara de guerra. Tem Som de guerra. Tem mortes de guerra.

O Rio de Janeiro é sim uma cidade em guerra. Não sou muito de concordar com os verdinhos, porque geralmente o que eles fazem é criticar, criticar e apresentar um senário ideal, mas não um caminho até ele. Mas se a única força estatal que chega nos morros é a polícia, cenas como estas do morro do Alemão só vão se repetir até cairem no lugar comum. Até ser normal.

Desculpe por ser repetitiva, mas de maneira alguma sou uma autoridade no assunto. Minha posição é absolutamente cidadã. E verdadeiramente acredito que se existe alguém que pode parar com isso tudo são os mesmo que reclamam o tempo todo e acreditam não haver mais solução.

Por favor parem. De usar o que eles vendem. De promover essa cultura como se fosse verdadeira. E comecem a ser o instrumento de mudança que vocês querem ver.

O Pimentel escreveu um belo resumo, explicativo e acessível do que acontece no Rio de Janeiro. Infelizmente a sensação que ficou nas pessoas foi a de não tem mais jeito. Pois tem. Por favor acreditem. Mantenham-se fiéis ao que é correto. Não deixem-se levar por uma alegria passageira. Porque vai ser você de classe alta, com acesso ao estudo e conhecimentos que vai conseguir mudar a si e ao mundo. É você.

Esperar que algém que mal tem acesso a comida crie, sem quaisquer subsídios, consciência coletiva e transformem-se em um instrumento de mudança é lúdico d+.