
Fiz meu mapa astral essa segunda-feira última, dia 13 de dezembro de 2010.
Me disseram que eu pensava d+, o que não foi nenhuma novidade. Mas que eu deveria escrever a respeito foi.
Na verdade 3 coisas me incomodaram, - mas incomodarar no sentido de fazer pensar mais ainda, durante aquela hora que passamos juntas, eu e a astróloga.
1- Eu deveria escrever, e possivelmente fazer disso uma profissão.
2- Tenho uma espiritualidade grande, prestes a aflorar.
O ano que vem vai ser de reestruturação. Nada que eu não soubesse já.. na verdade o mapa veio pra dar uma certeza de tudo.
Surpresa mesmo só de descobrir que eu devia escrever mais....
Então, pondo em prática o que me foi dito, estou escrevendo.
Na verdade fiquei pensando "escrever sobre o quê?"
E o que mais vinha na minha cabeça era a Feijão dizendo: "Para escrever são necessárias 2 coisas: Ter o que dizer. E ter coragem de dizê-lo".
Então decidi escrever sobre tudo e sobre nada. Sentimentos. Pensamentos. Impressões. E o mais novo de todos... As histórias engraçadas - ou ao menos é o que a Dani diz - que eu conto.
Então para estrear essa nova fase vai um dos contos prediletos do Neyzinho:
"Quando eu era criança meu Pai dizia que só podiamos comprar coisas com 'C'. Comida. Colégio. E carros. Papai revendia carros, por isso que o carro entra na lista.
Dai quando queriamos, eu e meu irmão, alguma coisa, como roupas para sair papai dizia 'Roupa é com R nós só podemos comprar coisas com C' daí eu contestava, 'Mas eu quero uma camiseta, camiseta é com C, camiseta pode. E ele 'É camiseta é com C. Camiseta pode.' E até hoje de brincadeira quando queremos algo que ele não considera necessário e não começa com C ele diz, mas isso não começa com C, então não pode!"
Ah essa é boa também:
"Em fevereiro desse ano fui fazer uma entrevista para meu atual emprego. Meus chefes não são lá muito ortodoxos, então durante a entrevista, minha atual chefe, Julieta, me perguntou qual era meu ascendente para que o Júlio, o outro sócio da empresa que não estava presente então, pudesse traçar um melhor perfil da minha personalidade.
Depois, quando cheguei em casa fui contar pros meus pais da entrevista e o que tinham me perguntado. E quando falei
- Ah daí ela me perguntou qual era meu ascendente..
- Ué, sou eu!
- Não pai...
E levei uns 40 minutos pra explicar."
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