
Vozinha, Fala comigo!
- Oooooi. Que foi?
- Ai! Tô angustiada.
- Por quê?
- Não sei! Acho que por todos esses últimos dias que tenho me imposto uma rotina que não queria. Na verdade, eu até queria ter saído. Curtido, dançado. Mas foram felicidades a curto prazo. Eu até ouvi você me dizer que era melhor ter ido dormir,mas não to sabendo dosar quando devo dormir e quando devo ter algum prazer que recarregue as minhas energias. Por exemplo ontem, eu podia ter ido dormir, mas estava passando aquele programa sobre Israel, e eu achei super interessante. E quis ver. Resultado: fui dormir a meia noite.
- Bem acho que o problemas está sendo mais a rotina intensa que você segue que qualquer outra coisa. Acalme-se. Encontre um emprego perto de casa. E reestruture-se.
- Tá, mas o que eu faço hoje? Agora. Nesse exato momento pra essa angústia passar? Esse nó na garganta?
- E já não está passando?
- Um pouco. Mas ainda falta algo a ser resolvido. Eu não aguento. Não aguento essa jornada dupla. Ou trabalho ou estudo. Não do conta dos 2. Não em um trabalho que, você sabe, é um trabalho, só do estilo "paga as contas" e um estudo. Acho que se fosse um trabalho do estilo "ih! É mesmo, é um trabalho!" tudo bem, mas assim como esse não.
Trabalhar, ainda por cima longe, tira todas as minhas energias. E meu tempo também, é praticamente de 8:00 às 20:00. Porque saio de casa as 8 da manhã e só volto às 8 da noite.
- E o que você quer?
- Quero fazer a facul de ciências sociais. Pra quê? Também não sei. Talvez pelo mesmo motivo que a autora do COMER, REZAR E AMAR aprendeu italiano. Porque é bonito. Para me sentir feliz. Não que esse seja o final, mas acho que é um bom começo pra me fazer ter idéia de qual das áreas quero seguir. Imagino que nem de tudo vá gostar. E provavelmente vou me apaixonar pelo que menos espero. Mas é uma direção.
Eu não quero ir pra França agora. Muita dor de cabeça. Muito desgaste. Não quero. Quero fazer meu cursinho mesmo, 2 vezes na semana, bem devagar. Beeeeem devagar. Quero trabalhar perto de casa, pra esperar o ano de 2011 passar. Calmo. Lento. E quando chegar no final, e eu já estiver descansada, fazer um cursinho, bem rapidinho. Nada muito demorado. E passar pra UFRJ. E começar em março, ou agosto, dependendo do meu cansaço. Não to com pressa. Sei de pessoas que começaram depois e chegaram tão mais longe. Quero curtir o caminho. Não aguento mais esse ritmo frenético, de ter sempre de estar fazendo algo. De sempre ser produtiva. A minha paciência se esvai com isso.Prazo. Prazo. Prazo.
Ah! Não!
Sabe eu tava pensando vozinha?
- O Quê?
- Eu tô aqui. Achando que minha vida acabou. Mas será que na verdade não é só TPM? Eu fiquei menstruada hoje!
- Só você, Nany!
- É, eu tô ligada!
- Oooooi. Que foi?
- Ai! Tô angustiada.
- Por quê?
- Não sei! Acho que por todos esses últimos dias que tenho me imposto uma rotina que não queria. Na verdade, eu até queria ter saído. Curtido, dançado. Mas foram felicidades a curto prazo. Eu até ouvi você me dizer que era melhor ter ido dormir,mas não to sabendo dosar quando devo dormir e quando devo ter algum prazer que recarregue as minhas energias. Por exemplo ontem, eu podia ter ido dormir, mas estava passando aquele programa sobre Israel, e eu achei super interessante. E quis ver. Resultado: fui dormir a meia noite.
- Bem acho que o problemas está sendo mais a rotina intensa que você segue que qualquer outra coisa. Acalme-se. Encontre um emprego perto de casa. E reestruture-se.
- Tá, mas o que eu faço hoje? Agora. Nesse exato momento pra essa angústia passar? Esse nó na garganta?
- E já não está passando?
- Um pouco. Mas ainda falta algo a ser resolvido. Eu não aguento. Não aguento essa jornada dupla. Ou trabalho ou estudo. Não do conta dos 2. Não em um trabalho que, você sabe, é um trabalho, só do estilo "paga as contas" e um estudo. Acho que se fosse um trabalho do estilo "ih! É mesmo, é um trabalho!" tudo bem, mas assim como esse não.
Trabalhar, ainda por cima longe, tira todas as minhas energias. E meu tempo também, é praticamente de 8:00 às 20:00. Porque saio de casa as 8 da manhã e só volto às 8 da noite.
- E o que você quer?
- Quero fazer a facul de ciências sociais. Pra quê? Também não sei. Talvez pelo mesmo motivo que a autora do COMER, REZAR E AMAR aprendeu italiano. Porque é bonito. Para me sentir feliz. Não que esse seja o final, mas acho que é um bom começo pra me fazer ter idéia de qual das áreas quero seguir. Imagino que nem de tudo vá gostar. E provavelmente vou me apaixonar pelo que menos espero. Mas é uma direção.
Eu não quero ir pra França agora. Muita dor de cabeça. Muito desgaste. Não quero. Quero fazer meu cursinho mesmo, 2 vezes na semana, bem devagar. Beeeeem devagar. Quero trabalhar perto de casa, pra esperar o ano de 2011 passar. Calmo. Lento. E quando chegar no final, e eu já estiver descansada, fazer um cursinho, bem rapidinho. Nada muito demorado. E passar pra UFRJ. E começar em março, ou agosto, dependendo do meu cansaço. Não to com pressa. Sei de pessoas que começaram depois e chegaram tão mais longe. Quero curtir o caminho. Não aguento mais esse ritmo frenético, de ter sempre de estar fazendo algo. De sempre ser produtiva. A minha paciência se esvai com isso.Prazo. Prazo. Prazo.
Ah! Não!
Sabe eu tava pensando vozinha?
- O Quê?
- Eu tô aqui. Achando que minha vida acabou. Mas será que na verdade não é só TPM? Eu fiquei menstruada hoje!
- Só você, Nany!
- É, eu tô ligada!
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