03 maio 2013

Prazer, Nany.

Hoje no trabalho um amigo se identificou comigo através de um texto meu. 



Foi um momento duplamente feliz. Primeiro porque ao saber que sentimos o mesmo ele não se sentiu sozinho, e segundo porque eu também não.


 É sempre complicado escrever, principalmente quando se tem um diário aberto de pensamentos como este. Indubitavelmente a parte mais dolorosa é me ouvir na boca de outro alguém que não eu. 

As vezes me pergunto: "- Por que você está tão à vontade opinando sobre mim? Porque meu texto sou eu!" (risos). 

Bom, publiquei, né?

A ideia era exatamente essa: ajudar você a não se sentir sozinho! As pessoas são loucas em suas mais diversas formas, cada qual com suas manias, hábitos e prazeres. Mas não sei dizer até que ponto me importo em me despir para que você saiba que a sua nudez não é incomum.

O mais fabuloso disso tudo é que quando tiro a minha roupa e me percebo nua, entendo que por baixo de toda indumentária há também um corpo em pelos. Fica mais fácil de decodificar silhuetas ora disfarçadas com o objetivo de esconder defeitos ora moldadas para selar verdades.

Sócrates já dizia e Platão repetiu mais ou menos há uns 3 mil anos: "Conhece-te a ti mesmo".

Prazer, Nany.

2 comentários:

Lau disse...

\o/
Super me identifiquei mesmo!!!
Estou na casinha?!?!
rs

Inefável Pereira disse...

HAHAHAHAHAHA
Até mesmo antes de mim!